


Reino dos Czares Sangrentos
A vida pertence ao Czar; a morte também
Origem e consolidação
A Rússia fragmentou-se em exércitos sem governo. Um comandante venceu gastando vidas em números que outros chamavam de derrota e adotou o nome Vladimir XIII. Depois de sua morte, outro homem foi condicionado para ocupar a mesma identidade. O Czar tornou-se uma arma política que troca de corpo.
Estado, sociedade e estética
Todo cidadão deve serviço. Vilas pagam em trabalhadores e recrutas, boyardos controlam fábricas e deserção vira dívida familiar. Moscou vive sob névoa industrial e propaganda holográfica. A brutalidade é método de governo.
Doutrina de guerra
Infantaria barata ocupa, morre e é substituída enquanto a artilharia aceita perdas próprias. O jogador não preserva cada soldado, mas quantidade não significa suprimento infinito. Quando a reposição falha, o valor individual baixo fica exposto.
Fronteiras e relações
Consórcio e Czares disputam os Urais; a Horda ataca trilhos; a Dinastia congela o Alasca. O Grão-Cruzado compra armas e condena métodos. Vladimir declara todo tratado temporário.
“Um soldado é caro apenas quando ainda não foi substituído.”
Arquivo político-militar · ano 2600