


Ordem do Grão-Cruzado
Os rejeitados do Céu fizeram da culpa uma doutrina
Origem e consolidação
Religiosos que permaneceram durante o Arrebatamento concluíram ter sido escolhidos para expiar pecados em armas. A ideia reuniu sobreviventes, fez basílicas virarem arsenais e transformou toda conquista em purificação. Após décadas de cerco, Paris virou Notre-Dame da Guerra.
Estado, sociedade e estética
A Ordem controla alimento, educação, fé e serviço militar. Confissão funciona como interrogatório; promoção exige cicatrizes; tanques e lança-chamas imitam cavaleiros. A liderança sabe que admitir uma explicação comum para o abandono destruiria o Estado.
Doutrina de guerra
Hipnose litúrgica, drogas e fenômenos chamados de graça fazem unidades ignorarem pânico e condições. Elas podem pagar o próprio corpo para continuar atacando. Sem recompensa automática pelo sacrifício, a facção pode consumir-se sem conquistar posição.
Fronteiras e relações
Nova Macedônia é o inimigo teológico. O Consórcio é matéria sem alma; Egair ameaça o Mediterrâneo. Czares e Jihad são aliados ocasionais, rivais permanentes. A Ordem promete salvar todos — e persegue quem deseja outra salvação.
“Se o Céu nos recusou, construiremos uma escada com as armas dos culpados.”
Arquivo político-militar · ano 2600