Bandeira — Ordem Submersa
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Ordem Submersa

O velho mundo comprou um lugar onde o fim não pudesse entrar

CAPITALNeo-Atlântida — metrópole na dorsal mesoatlântica, próxima à fenda Romanche.
TERRITÓRIOCidades e corredores abissais no Atlântico, Índico e Pacífico.
GOVERNOOligarquia financeira do Conselho do Capital e das casas proprietárias de oxigênio, energia e dívida.
01

Origem e consolidação

Bilionários, conglomerados e governos construíram abrigos submarinos antes de 2099. Durante a guerra, descobriram que isolamento sem comércio era apenas morte atrasada. Redes abissais uniram-se sob Neo-Atlântida: quem possuía ar, energia e casco possuía votos.

02

Estado, sociedade e estética

Cada respiração aparece num extrato. Ricos vivem sob jardins; endividados trabalham sob pressão extrema. Casas financeiras controlam eleições por dívida hereditária. Latão, vidro, art déco e bioluminescência encobrem uma vigilância tão profunda quanto a cidade.

03

Doutrina de guerra

Cartas geram suprimentos, reduzem custos futuros e financiam infiltração. Submarinos escolhem quando aparecer e construções abissais sustentam a frente. Se renda e sequência são quebradas, cartas caras acumulam-se sem função.

04

Fronteiras e relações

A Maré é rival direta; o Novo Sol vende energia; Choguk compra dessalinização; o Consórcio fornece tecnologia. Todos são espionados. A Ordem declara neutralidade porque neutralidade permite cobrar dos dois lados.

A superfície chama isso de ganância. Aqui embaixo, chamamos de pressão operacional.

Arquivo político-militar · ano 2600