


Ordem Submersa
O velho mundo comprou um lugar onde o fim não pudesse entrar
Origem e consolidação
Bilionários, conglomerados e governos construíram abrigos submarinos antes de 2099. Durante a guerra, descobriram que isolamento sem comércio era apenas morte atrasada. Redes abissais uniram-se sob Neo-Atlântida: quem possuía ar, energia e casco possuía votos.
Estado, sociedade e estética
Cada respiração aparece num extrato. Ricos vivem sob jardins; endividados trabalham sob pressão extrema. Casas financeiras controlam eleições por dívida hereditária. Latão, vidro, art déco e bioluminescência encobrem uma vigilância tão profunda quanto a cidade.
Doutrina de guerra
Cartas geram suprimentos, reduzem custos futuros e financiam infiltração. Submarinos escolhem quando aparecer e construções abissais sustentam a frente. Se renda e sequência são quebradas, cartas caras acumulam-se sem função.
Fronteiras e relações
A Maré é rival direta; o Novo Sol vende energia; Choguk compra dessalinização; o Consórcio fornece tecnologia. Todos são espionados. A Ordem declara neutralidade porque neutralidade permite cobrar dos dois lados.
“A superfície chama isso de ganância. Aqui embaixo, chamamos de pressão operacional.”
Arquivo político-militar · ano 2600