Bandeira — Reino da Peste
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Reino da Peste

A doença ainda é oração

CAPITALPalácio da Decomposição — cidadela orgânica nas ruínas de Lagos.
TERRITÓRIOÁfrica subsaariana, corredores do Congo, costa ocidental e enclaves infecciosos no subcontinente indiano.
GOVERNOTeocracia de contágio sob o Rei-Carrasco Moghulu e os Arquitetos da Ruína.
01

Origem e consolidação

As primeiras legiões fizeram da África central um viveiro de doenças. Após a expulsão de Lúcifer, muitos servos recusaram a libertação. Moghulu tomou o trono e declarou dor, peste e deformação como bênçãos do soberano ausente.

02

Estado, sociedade e estética

Sacerdote, médico e criador de armas são a mesma função. Elites recebem mutações controladas; aldeias inteiras são expostas para descobrir corpos úteis. O Palácio é feito de ossos, metal e matéria viva que precisa ser alimentada.

03

Doutrina de guerra

As tropas são projetadas para atingir, transmitir e morrer perto do inimigo. Se o adversário mantém distância, cura condições ou usa máquinas, o contágio perde alvo. Em partidas longas, até a peste descobre que precisa de corpos novos.

04

Fronteiras e relações

Egair queima regiões para impedir surtos; Choguk impõe quarentenas; a Ordem Submersa caça organismos infectados. Radgore e Manchúria trocam amostras. Moghulu ainda chama Lúcifer de rei, mas não parece disposto a devolver-lhe o trono.

A cura é apenas a doença aprendendo a esperar.

Arquivo político-militar · ano 2600