


Coalizão Dracônica
Doze províncias, uma obediência
Origem e consolidação
A China saiu dos Sete Dias de Fogo dividida entre generais. Jun Hao, de Guangdong, substituiu a conquista direta por energia, casamentos, autonomia e chantagem. Quarenta anos depois, doze governantes aceitaram um Mandato rotativo: identidades provinciais seriam preservadas desde que todas obedecessem quando chegasse a ordem.
Estado, sociedade e estética
Famílias registram séculos de serviço, funcionários memorizam protocolos e templos ancestrais funcionam como academias. Mechas dracônicos, drones serpentinos e artilharia de cerâmica afirmam que tradição e tecnologia não são opostos: o passado foi disciplinado para servir ao presente.
Doutrina de guerra
O comandante estabelece uma sequência e o exército a executa. Ordens do Mandato concentram fogo e redistribuem defesa com bônus excepcionais. Se comunicação, objetivo ou formação saem do plano, a mesma coordenação pode virar paralisia.
Fronteiras e relações
Enfrenta a Horda no oeste, a Manchúria no nordeste e a Maré no sul. Respeita Choguk e cerca-o economicamente; encara o Xogunato como rival civilizacional. Seu maior medo é uma província declarar que o Mandato perdeu legitimidade.
“O dragão não vence porque possui doze cabeças. Vence porque todas mordem quando uma só ordena.”
Arquivo político-militar · ano 2600