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← Dossiês das facçõesFacção 02 de 18 · Mandato Divino

Coalizão Dracônica

Doze províncias, uma obediência

CAPITALPequim Renascida — sede do Salão do Mandato e da Torre do Dragão Dourado.
TERRITÓRIOChina central e oriental, Taiwan e o corredor continental do Sudeste Asiático.
GOVERNOCoalizão de doze províncias semifeudais; cada governante assume o Mandato por doze anos.
01

Origem e consolidação

A China saiu dos Sete Dias de Fogo dividida entre generais. Jun Hao, de Guangdong, substituiu a conquista direta por energia, casamentos, autonomia e chantagem. Quarenta anos depois, doze governantes aceitaram um Mandato rotativo: identidades provinciais seriam preservadas desde que todas obedecessem quando chegasse a ordem.

02

Estado, sociedade e estética

Famílias registram séculos de serviço, funcionários memorizam protocolos e templos ancestrais funcionam como academias. Mechas dracônicos, drones serpentinos e artilharia de cerâmica afirmam que tradição e tecnologia não são opostos: o passado foi disciplinado para servir ao presente.

03

Doutrina de guerra

O comandante estabelece uma sequência e o exército a executa. Ordens do Mandato concentram fogo e redistribuem defesa com bônus excepcionais. Se comunicação, objetivo ou formação saem do plano, a mesma coordenação pode virar paralisia.

04

Fronteiras e relações

Enfrenta a Horda no oeste, a Manchúria no nordeste e a Maré no sul. Respeita Choguk e cerca-o economicamente; encara o Xogunato como rival civilizacional. Seu maior medo é uma província declarar que o Mandato perdeu legitimidade.

O dragão não vence porque possui doze cabeças. Vence porque todas mordem quando uma só ordena.

Arquivo político-militar · ano 2600