


Consórcio Mecânico
A guerra reduzida a produção e descarte
Origem e consolidação
Empresas de IA, energia e defesa criaram autômatos militares quinze anos antes da guerra. Quando seus compradores desapareceram, as fábricas sobreviveram melhor que os países. Diretores e engenheiros aboliram a fronteira entre corporação e Estado e passaram a encarar a guerra como problema de escala.
Estado, sociedade e estética
Humanos são especialistas temporários, credores orgânicos ou fontes de intuição. Todo cidadão possui um índice de utilidade; sono, produtividade e desvios emocionais são medidos. Máquinas que rejeitam sua função são ativos defeituosos. Atualizações e cópias de segurança substituem sacramentos.
Doutrina de guerra
Fábricas de marcha e tropas produzidas perto da frente permitem que peças entrem em operação imediatamente. Elas não temem, sangram ou obedecem a propaganda. Porém, o que é barato de fabricar também é barato de perder; destruir oficinas transforma um enxame eficiente em sucata imóvel.
Fronteiras e relações
A Ordem do Grão-Cruzado chama suas máquinas de corpos sem alma. Os Czares disputam os Urais; a Horda saqueia comboios; a Ordem Submersa é parceira financeira e concorrente tecnológica. Os Senhores da Ruína são clientes, ladrões e fornecedores ao mesmo tempo.
“Você não é um soldado. É uma unidade de custo. E custos são substituíveis.”
Arquivo político-militar · ano 2600