Bandeira — Consórcio Mecânico
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Consórcio Mecânico

A guerra reduzida a produção e descarte

CAPITALCidadela de Aço — complexo modular nos Urais Ocidentais conectado ao Cérebro Central.
TERRITÓRIOPolônia, Ucrânia, Bielorrússia, Bálticos, parte da Europa oriental e um enclave fabril nos Urais.
GOVERNOConselho de diretores mecanizados e inteligências industriais organizado como conglomerado soberano.
01

Origem e consolidação

Empresas de IA, energia e defesa criaram autômatos militares quinze anos antes da guerra. Quando seus compradores desapareceram, as fábricas sobreviveram melhor que os países. Diretores e engenheiros aboliram a fronteira entre corporação e Estado e passaram a encarar a guerra como problema de escala.

02

Estado, sociedade e estética

Humanos são especialistas temporários, credores orgânicos ou fontes de intuição. Todo cidadão possui um índice de utilidade; sono, produtividade e desvios emocionais são medidos. Máquinas que rejeitam sua função são ativos defeituosos. Atualizações e cópias de segurança substituem sacramentos.

03

Doutrina de guerra

Fábricas de marcha e tropas produzidas perto da frente permitem que peças entrem em operação imediatamente. Elas não temem, sangram ou obedecem a propaganda. Porém, o que é barato de fabricar também é barato de perder; destruir oficinas transforma um enxame eficiente em sucata imóvel.

04

Fronteiras e relações

A Ordem do Grão-Cruzado chama suas máquinas de corpos sem alma. Os Czares disputam os Urais; a Horda saqueia comboios; a Ordem Submersa é parceira financeira e concorrente tecnológica. Os Senhores da Ruína são clientes, ladrões e fornecedores ao mesmo tempo.

Você não é um soldado. É uma unidade de custo. E custos são substituíveis.

Arquivo político-militar · ano 2600