Bandeira — A Grande Maré
Emblema — A Grande Maré
← Dossiês das facçõesFacção 01 de 18 · Pilhagem

A Grande Maré

A lei termina onde a quilha toca a água

CAPITALAbismo Móvel — navio-cidade cuja posição oficial no ano 2600 é o mar de Celebes.
TERRITÓRIOIndonésia, Filipinas, arquipélagos do Pacífico e rotas móveis entre o Mar de Coral e o estreito de Malaca.
GOVERNOConfederação pirata de doze navios-cidade sob um Almirante-Chefe eleito por força, dívida e saque.
01

Origem e consolidação

Refugiados da guerra fugiram para o Pacífico em cargueiros, plataformas e navios militares. A fome e os motins ensinaram que um casco podia valer mais que qualquer bandeira. No século XXIII, doze capitães encerraram uma guerra entre cidades flutuantes ao aceitar a Lei da Presa: tudo que puder ser tomado sem destruir a frota pertence a quem capturou.

02

Estado, sociedade e estética

Cidadania é uma parte do navio, não um direito de nascimento. Contratos são tatuados, água e alojamento dependem da dívida paga, e condenados trabalham em motores até comprar a liberdade. O Abismo Móvel reúne petroleiros, porta-aviões e plataformas fundidas ao redor do Conselho dos Doze Mastros.

03

Doutrina de guerra

A Grande Maré não constrói a melhor arma: toma a arma certa no instante em que ela mais vale. Suas cartas desviam suprimentos, copiam bônus e convertem perdas inimigas em oportunidade. No mar, frotas e submarinos dominam; longe do litoral, seus mercenários perdem sustentação.

04

Fronteiras e relações

A Coalizão a trata como violação viva da ordem; a Ordem Submersa disputa rotas abissais; o Xogunato resiste às incursões nas ilhas. O Novo Sol mantém fortalezas no Caribe. Tratados com a Maré duram enquanto violá-los render menos que cumpri-los.

O mar não tem dono. O que flutua nele, por outro lado, já está à venda.

Arquivo político-militar · ano 2600