Bandeira — Xogunato dos Últimos Samurais
Emblema — Xogunato dos Últimos Samurais
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Xogunato dos Últimos Samurais

A honra preservou o Japão — e pode esvaziá-lo

CAPITALCastelo de Edo — fortaleza tecnológica construída sobre Tóquio.
TERRITÓRIOHonshu, Hokkaido, Kyushu, Shikoku e ilhas defensivas do arquipélago japonês.
GOVERNOXogunato de clãs territoriais sob autoridade simbólica do Imperador e comando do Xogum.
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Origem e consolidação

Tsunamis, terremotos e radiação destruíram centros costeiros. Oficiais que mantiveram bolsões isolados por décadas tornaram-se xoguns e daimyos. Quando as linhas voltaram a se conectar, a reunificação preservou o Imperador como centro cultural e entregou a guerra aos clãs.

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Estado, sociedade e estética

Mechas lembram armaduras bushi, drones carregam kamon e soldados cibernéticos juram lealdade ao clã. Honra é um sistema para tornar o sacrifício previsível numa sociedade com poucos recursos humanos; falhas podem apagar corpo, nome e memória.

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Doutrina de guerra

A facção recompensa mortes escolhidas, não perdas aleatórias. Últimos Atos atacam, protegem ou inspiram. Sacrificar cedo cria impulso, mas reduz presença futura. Confundir honra com obrigação de morrer cumpre a fraqueza da facção sozinho.

04

Fronteiras e relações

A Manchúria é inimiga existencial, Choguk aliado cauteloso, a Coalizão rival e a Maré predadora naval. O Xogunato não busca um império continental: busca um Japão impossível de apagar.

Morrer não é vitória. Escolher o que sua morte obriga o inimigo a perder talvez seja.

Arquivo político-militar · ano 2600