


Xogunato dos Últimos Samurais
A honra preservou o Japão — e pode esvaziá-lo
Origem e consolidação
Tsunamis, terremotos e radiação destruíram centros costeiros. Oficiais que mantiveram bolsões isolados por décadas tornaram-se xoguns e daimyos. Quando as linhas voltaram a se conectar, a reunificação preservou o Imperador como centro cultural e entregou a guerra aos clãs.
Estado, sociedade e estética
Mechas lembram armaduras bushi, drones carregam kamon e soldados cibernéticos juram lealdade ao clã. Honra é um sistema para tornar o sacrifício previsível numa sociedade com poucos recursos humanos; falhas podem apagar corpo, nome e memória.
Doutrina de guerra
A facção recompensa mortes escolhidas, não perdas aleatórias. Últimos Atos atacam, protegem ou inspiram. Sacrificar cedo cria impulso, mas reduz presença futura. Confundir honra com obrigação de morrer cumpre a fraqueza da facção sozinho.
Fronteiras e relações
A Manchúria é inimiga existencial, Choguk aliado cauteloso, a Coalizão rival e a Maré predadora naval. O Xogunato não busca um império continental: busca um Japão impossível de apagar.
“Morrer não é vitória. Escolher o que sua morte obriga o inimigo a perder talvez seja.”
Arquivo político-militar · ano 2600